Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, da Póvoa de Varzim, na vanguarda das novas tecnologias
quarta-feira, janeiro 04, 2012
Desde o início do mês que a Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, da Póvoa de Varzim, disponibiliza aos seus utilizadores um Catálogo Online. Com esta iniciativa é possível ter acesso a mais de 120 mil títulos para consulta, entre os quais livros, CD, DVD e periódicos
O desenvolvimento deste serviço surgiu há três anos, com a escolha do software mais adequado (Horizon), idêntico ao utilizado por várias bibliotecas nacionais, no sentido do acompanhamento do desenvolvimento das novas tecnologias. Foi mais um passo no adeus ao papel e, apenas um mês depois do serviço estar operacional, já se registaram mais de 50 novos leitores, e já foram emprestados mais de 600 livros.
O catálogo bibliográfico inclui os fundos da Biblioteca Municipal, das Bibliotecas de Praia e dos Pólos de Leitura, podendo os leitores, através do seu computador, ter acesso às novidades, ao horário, às normas do empréstimo e ainda as colecções especiais como Biblioteca Particular "Rocha Peixoto" e Fundo Local.
Manuel Costa, director da Biblioteca, refere que esta tem acompanhado o desenvolvimento das novas tecnologias, tendo sido uma das primeiras a nível nacional a ser informatizada. "Fomos evoluindo, os equipamentos foram-se tornando obsoletos e houve necessidade de modernizar os sistemas de pesquisa. Tudo o que temos na biblioteca está tratado em base de dados devidamente informatizados. O que nos faltava era ter o catálogo online" e acrescenta que a disponibilização deste serviço "representa uma verdadeira revolução no serviço principal que uma biblioteca presta, que é, para além de dar livre acesso a todos os fundos, permitir que o utilizador, de uma forma autónoma, possa saber o que temos e possa levar e trazer de uma forma rápida e confortável", já que a pesquisa e as reservas podem ser feitas em qualquer lugar com acesso à rede.
No mesmo sentido foi lançada também uma página da Biblioteca no Facebook, mantendo-se, assim, online e a partilhar informação com os utilizadores ao minuto. "O facto de estarmos online é muito importante porque a maior parte da informação que as pessoas hoje recolhem é na internet e nas redes sociais", defende Manuel Costa.
A ideia da informatização e disponibilização da informação online partiu do mandato de Manuel Lopes, adepto das novas tecnologias, sendo na altura, a biblioteca da Póvoa, uma das primeiras a ter site na Internet para divulgar as actividades e dar acesso às informações. "Era um sonho de Manuel Lopes", recorda Manuel Costa, apontando as potencialidades: "é amigo do ambiente e podemos ver em qualquer sítio, hora, pesquisar sobre tudo o que existe".
Produção de conteúdos online é o próximo passo
Não obstante ter disponibilizado agora este moderno serviço, já se pensa no próximo passo, que consiste em associar conteúdos online, trabalhando directamente no digital. No mesmo sentido, está já a ser projectada a disponibilização da imprensa poveira online. Estes são os projectos para os próximos anos, segundo revelações de Manuel Costa.
Utentes encaram serviço de forma positiva
Fernando Souto confessou ser um utilizador assíduo da Biblioteca Rocha Peixoto e revelou que consultou este novo serviço por curiosidade. "De facto é algo a pensar no futuro. A biblioteca, apesar de conter o passado, tem também presente e futuro. Acompanha os desenvolvimentos e está com perspectivas de futuro".
O utente sublinha que o serviço é acessível do ponto de vista mental e de poupança de meios, e se evitam visitas à biblioteca em vão. "Temos de nos deslocar fisicamente mas podemos consultar antes para saber se existe o livro, se está requisitado, ou quando estará disponível".
Como utilizador frequente da imprensa local, para Fernando Souto, esta é uma grande vantagem porque "não se estraga o documento, não nos sujamos e temos uma facilidade em recorrer a cópias".
Lurdes Adriano, uma das dinamizadores do projecto, revelou que este resulta de um grande esforço da parte da equipa, referindo que certos procedimentos tiveram que ser totalmente remodelados.
No mesmo sentido, a bibliotecária defende que agora é possível traçar perfis específicos dos utilizadores, pois "este sistema permite perceber, com rigor, quais são os livros mais requisitados, as áreas de maior interesse para os utilizadores, podendo-se desocupar estantes pouco requisitadas com livros novos e novidades de interesse para os leitores". Ao mesmo tempo, é possível saber o número de empréstimos, de utilizadores que fizeram pedidos, assim como quais são os livros mais requisitados.
Biblioteca Pública Municipal do Porto disponibiliza biblioteca sonora digital para cegos e amblíopes
segunda-feira, janeiro 02, 2012
A Biblioteca Pública Municipal do Porto criou recentemente um novo serviço dirigido a cidadãos com deficiência visual. Trata-se da Biblioteca Sonora Digital que consiste num repositório eletrónico, acessível em linha, de "livros falados" ou áudio livros.
O acesso à Biblioteca Sonora Digital é gratuito, mas limitado a portadores de deficiência visual (cegos e amblíopes). As obras são disponibilizadas em formato áudio digital e podem ser pesquisadas através do Catálogo Público de Acesso em Linha das Bibliotecas Municipais do Porto.
Actualmente estão já disponíveis algumas dezenas de obras em suporte digital, estimando-se que, até ao final de Março, possam ser disponibilizados cerca de 500 títulos, perfazendo um total de mais de 2.500 horas de gravação.
Análise estatística das Bibliotecas Públicas e Escolares de Portugal, entre 1960 e 2003
segunda-feira, dezembro 12, 2011
O programa 'Nós Portugueses', da RTP, de 28/11/2011 efectuou uma análise estatística das Bibliotecas Públicas e Escolares de Portugal, entre 1960 e 2003, a partir dos dados da Pordata.
Edifício da nova Biblioteca Municipal de Espinho vai ser inaugurado dia 9 de Outubro
quinta-feira, outubro 08, 2009
O edifício da nova Biblioteca Municipal de Espinho vai ser inaugurado dia 9 de Outubro. A nova biblioteca, construída de raiz, possui uma tipologia BM2 (para concelhos com população entre os 20 mil e os 50 mil hab.) no âmbito da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas. O edifício situa-se no Parque João de Deus, que também foi alvo de requalificação.
Pelo facto de a nova biblioteca ainda não estar apetrechada de livros, periódicos e todo o restante fundo documental, bem como outros materiais necessários para o seu bom funcionamento implica que o espaço continuará, por tempo ainda indeterminado, fechado ao público, continuando a funcionar a a biblioteca no Salão Nobre da Piscina Solário Atlântico, sito na Rua 6.
A biblioteca, projectada pelo arquitecto de Rui Lacerda, foi concebida tendo por base a disposição dos antigos quarteirões de Espinho, cujo centro ficava sempre livre. Deste modo o interior da biblioteca dispõe-se como um espaço aberto, não necessitando assim da existência de corredores. O arquitecto define o edifício como «um grande 'open space' sem corredores, onde se circula livremente, e com o objectivo de acabar com a ideia de que os livros têm de estar para um lado e os leitores para outro».
O edifício da biblioteca é atravessado por uma rua que liga a Avenida 24 ao interior do Parque João de Deus. O propósito é o de induzir os transeuntes que passam por esta zona do jardim jardim a entrar /visitar a biblioteca.
O espaço de três pisos possui múltiplas áreas diferenciadas, quer mais dirigidas a adultos ou crianças/jovens, integrando também espaços polivalentes para actividades de animação, exposições ou colóquios. O investimento da construção do novo edifício foi da ordem dos 2,5 milhões de euros.
Segundo um estudo efectuado em 2004 e citado pelo vice-presidente da Câmara, Rolando de Sousa, esta era a obra que os espinhenses mais ambicionavam.
A inauguração está marcado para próximo dia 9 de Outubro (Sexta-Feira), pelas 11 horas, com presença do Presidente da Câmara Municipal de Espinho, José Mota, e do arquitecto Rui Lacerda
A Biblioteca, a 183ª biblioteca a integrar a Rede Nacional das Bibliotecas Públicas (RNBP) tem um tipologia BM1. Está instalada num edifício concebido de raiz e divide-se em dois pisos.
Na piso de usufruto público situam-se os espaços adultos e infantil/juvenil com as seguintes áreas: empréstimo, consulta local, periódicos, auto-formação e audiovisual (com escuta e visionamento locais). Na secção de adultos, a zona de periódicos, destinada à leitura de jornais e revistas, possui uma extensão para o exterior, permitindo a fruição da paisagem. Integra também espaços polivalentes para actividades tão diversas como a Hora do Conto, jogos educativos, audições colectivas, projecções, colóquios, exposições, entre outros. Ao nível inferior ficam localizados os serviços internos.
Estes espaço de utilização colectiva, aberto a novos valores e novos usos, pretende ser um recurso significativo para as crianças em idade escolar, mas também para os jovens e todos os cidadãos em geral.
A cerimónia inaugural contará com a presença da Directora Geral do Livro e das Bibliotecas, Paula Mourão, para além do Presidente da Câmara Municipal, Sr. Aristides Lourenço Sécio e demais representantes dos órgãos do município e de outras entidades locais.
Para além do descerrar da lápide alusiva, que acontecerá após actuação da Banda Filarmónica 1.º Dezembro de Pragança, está previsto um momento de discursos, seguido de uma visita às instalações bibliotecárias, incluindo ainda o programa inaugural a apresentação de um livro recém-editado, da autoria da escritora Isabel Pereira Rosa, oriunda da Tojeira (Vilar, Cadaval).
Com efeito, a biblioteca anterior existente não respondia às necessidades actuais, constituindo um espaço muito limitado e sem condições para dar resposta à missão da biblioteca da actualidade. O novo edifício fica localizado junto ao Centro Escolar do Cadaval, nas imediações do Parque de Lazer do concelho.
A Biblioteca, a 182ª biblioteca a integrar a Rede Nacional das Bibliotecas Públicas (RNBP) tem um tipologia BM2. Está instalada num edifício concebido de raiz, com cerca de 2 mil m2, e está dividida em dois pisos.
No piso 0, no Átrio existe uma cafetaria e uma zona de recepção e acolhimento, onde os munícipes poderão solicitar impressões em Braille, a emissão do cartão de leitor e requisitar fotocópias. Podem também aceder ao catálogo informatizado da Biblioteca, e consultar os periódicos disponíveis no local. Neste piso, encontra-se também uma Sala Polivalente, destinada à realização de conferências, exposições e outras actividades de âmbito cultural, e uma Sala de Leitura Infantil, destinada aos mais novos.
O piso 1, por sua vez, é totalmente ocupado pela Sala de Leitura Fernando Morais Rodrigues, onde poderão ser consultadas publicações em diversos suportes, desde periódicos (jornais e revistas), até livros (inclusive em Braille), cd-audio, cd-rom e dvd (audição de música evisionamento de filmes, etc) . É ainda facultado nesta sala o acesso a tecnologias de informação e comunicação, nomedamente a internet.
A nova Biblioteca tem com objectivos essenciais criar e fortalecer hábitos de leitura desde a primeira infância; facilitar o acesso dos munícipes a um conjunto de recursos informativos diversificado e actualizado (desde livros, a periódicos e a audiovisuais) ; promover acções de divulgação e animação cultural, apelando a uma participação activa e dinâmica, proporcionando condições que permitam a reflexão, o debate e a crítica; e desenvolver actividades que contribuam para a ocupação dos tempos livres da população, de forma enriquecedora
Para além de facilitar o acesso à mais variada informação, a Biblioteca Municipal apresenta uma abrangente programação cultural. O mês de Setembro será marcado pela actuação do Grupo Artelier (artes de rua), no dia 15, e pela peça de teatro “A Gargalhada de Yorick”, pela companhia Teatro Instável, no dia seguinte. A Biblioteca Municipal será ainda palco do espectáculo infantil “Karingana Blues”, pelo grupo Bica Teatro (dia 17), e das peças de teatro infantil “História do Sábio Fechado na Biblioteca”, da companhia Pé de Vento (dia 19) e “Estórias do Sr. Cão”, do grupo Pouco Siso (dia 23). Para além disso, todas as segundas, terças, quintas e sextas-feiras, às 17h00, serão realizadas sessões de contos para os mais novos.
A Biblioteca recebu o nome de António Vicente Campinas, poeta e prosador algarvio, autor do romance “Fronteiriços” e de uma vasta obra literária, também publicamente conhecido pelo seu poema “Cantar Alentejano”, escrito em honra de Catarina Eufémia.
Fonte: Câmara Municipal de Vila Real de Santo António
A Biblioteca Municipal Trindade Coelho, de Mogadouro, foi inaugurada dia 10 de Setembro.
quarta-feira, setembro 16, 2009
A Biblioteca Municipal Trindade Coelho, de Mogadouro, foi inaugurado dia 10 de Setembro. A Biblioteca integrante da Rede Nacional das Bibliotecas Públicas (RNBP) tem um tipologia BM1 eestá organizada em duas zonas distintas, sendo que o piso zero é destinado ao público infanto-juvenil, onde estão expostos livros e documentos de livre acesso. No piso superior encontram-se obras de referência que podem ser requisitadas e consultadas. A biblioteca possui salas de leitura para adultos e infanto-juvenil, sala de animação infantil, sala polivalente destinada à realização de exposições, colóquios, encontros com escritores, etc. A componente multimédia tem um lugar de destaque com 23 postos de Internet, um local privilegiado para a informação e pesquisa, onde se pode, mesmo, fazer a digitalização e impressão de documentos e livros. A infra-estrutura está apetrechada com as mais recentes tecnologias de informação e multimédia, disponibilizando a investigadores e alunos um conjunto de livros e publicações que ajudarão, certamente, na formação académica e científica de cada um.
A biblioteca vai albergar o espólio do escritor local Trindade Coelho (1861-1908), considerado, por muitos, o maior autor nacional do conto rústico. O novo e moderno equipamento dispõe de uma sala com 70 metros quadrados devidamente climatizada e organizada, onde todo o património cultural ficará devidamente depositado de forma a poder ser consultado pelos investigadores. O espólio esteve até agora no Museu Abade de Baçal, mas um acordo entre a Câmara Municipal de Mogadouro e o Instituto dos Museu e Conservação permite que seja transferido para um espaço próprio na nova Biblioteca. No futuro um dos objectivos é criar um centro de estudos trindadianos, dedicado a projectar o autor e a sua obra. Recorde-se que a biblioteca ostenta o nome do escritor, sendo esta uma forma de homenagear o autor que marcou a literatura do início do século XX”, através de obras emblemáticas como “Os Meus Amores” ou “In Illo Tempore”.
A nova biblioteca custou cerca de 1,4 milhões de euros sendo financiada em 50 por cento por fundos provenientes da Administração Central. De traça contemporânea, o moderno edifício está situado num local privilegiado da vila e inserido num conjunto de outros equipamentos, como a Casa das Artes e Ofícios, uma zona verde e anfiteatro ao ar livre, um conjunto de obras orçado em mais de cinco milhões de euros, financiados através de contrato programa da Acção Integrada do Vale do Côa (AIBT-Côa).
Biblioteca Municipal Trindade Coelho, de Mogadouro, vai ser inaugurada dia 10 de Setembro
terça-feira, setembro 01, 2009
Vai ser inaugurada dia 10 de Setembro de 2009 a Biblioteca Municipal Trindade Coelho, de Mogadouro. A biblioteca, integrante da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas (RNBP), de tipologia BM1, dispõe de um conjunto articulado de espaços públicos, nomeadamente salas de leitura para adultos e infanto-juvenil, sala de animação infantil, sala polivalente destinada à realização de exposições, colóquios, encontros com escritores, etc. Trata-se de um edifício de traçado contemporâneo, projectado pelo arquitecto Victor Mogadouro,
A nome da biblioteca honra o escritor Trindade Coelho (1861-1908), natural de Mogadouro. Prevê-se que o espólio literário do escritor actualmente localizado no Museu Abade de Baçal, em Bragança, venha a ser integrado na biblioteca.
O edifício dividido por 4 pisos, com cerca de 2496 m2 de área total, possui um mobiliário moderno e funcional, recantos acolhedores, uma vasta área dedicada à infância e juventude, aos adultos e aos utilizadores em geral, em harmonia com as novas tecnologias de informação, transformando a nova Biblioteca Municipal num espaço apelativo e moderno.
A Biblioteca Municipal Manuel Alegre pretende ser um lugar ideal para o encontro e a descoberta, onde vai oferecer matéria de sonho, encantamento e investigação, excelência e modernidade, numa dinâmica de oferta global de serviços de valor informativo, educativo, cultural e social acrescentado, enquadrando-se na política que a autarquia implementa no concelho.
Assim, o novo edifício dispõe de uma área pensada para os mais novos com a secção infantil, a sala do conto, o espaço infantil, mas também para os jovens com as zonas de leitura juvenil ou a secção audiovisual. A nova biblioteca oferece ainda uma secção destinada aos adultos com a secção multimédia, a secção vídeo-aúdio, a secção de periódicos, (jornais e revistas) as zonas de leitura e a área de auto-formação de adultos. Na Biblioteca Manuel Alegre poderá igualmente encontrar os espaços internet, a sessão multimédia, a sala de trabalhos de grupo, o posto de consulta bibliográfica, a sala polivalente, entre muitas outras zonas funcionais destinadas a todos os utilizadores.
As tecnologias de informação assumem-se neste projecto como um estímulo e como instrumentos essenciais ao serviço da missão e objectivos da Biblioteca Municipal de Águeda. Este projecto teve como principal objectivo assegurar a máxima sustentabilidade dos serviços da Biblioteca Municipal Manuel Alegre, com a instalação de infra-estrutura de rede e sistemas informáticos, assim como a construção de uma rede de bibliotecas no Concelho, previstas nos projectos camarários. Na sua elaboração, a Autarquia procurou garantir uma total integração no projecto informático global existente na Câmara Municipal, quer ao nível lógico, quer ao nível físico.
Enquanto espaço público, a Biblioteca pretende oferecer serviços que respondam às reais necessidades dos cidadãos que a procuram, desde o direito básico à informação e ao conhecimento, passando pela alfabetização informacional e tecnológica à educação ao longo da vida, constituindo-se, simultaneamente, como um espaço de debate e inquietação cultural, dando um particular ênfase à sua função de espaço propício à inclusão de todos os cidadãos, à sua plena integração social, bem como privilegiar a sua relação institucional com os demais parceiros sociais.
O edifício projectado pelo arquitecto Alcino Soutinho situa-se junto ao Fórum Municipal da Juventude (que funcionará interligado com a Biblioteca). O nome da biblioteca é uma em homenagem ao poeta nascido neste concelho em 1936. O horário de funcionamento é das 10h00 às 19h00.
Nova Biblioteca Municipal de Sever do Vouga será inaugurada dia 25 de Julho
sexta-feira, julho 24, 2009
No próximo dia 25 de Julho será inaugurada a novaBiblioteca Municipal de Sever do Vouga. A bbiblioteca, integrante da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, tem uma tipologia BM1.
A biblioteca possui uma área total de 1020 m2, compreendendo Sala de Adultos e Sala Infantil, Sala da Hora do Conto e Sala Polivalente, permitindo o acesso à Internet, à audição de música, ao visionamento de filmes, à leitura de jornais e revistas, à consulta, leitura e empréstimo domiciliário de livros, CD´s, DVD´s e CD-Roms, entre outros serviços.
O edifício, projectado pelos arquitectos António Oliveira e Pedro Lemos Cordeiro, fica localizado no Parque Urbano da Vila.
Na cerimónia de inauguração, que terá início às 12h00, será apresentado o espectáculo de marionetas “O Jardim – Tomo I – A Primavera”, inspirado no conto de Oscar Wilde O Gigante Egoísta. A peça é dirigida a maiores de 2 anos e realizada pela Companhia de Teatro e Marionetas de Mandrágora. Até ao dia 12 de Agosto ficará patente na Biblioteca a exposição “Viagem ao Mundo das Marionetas”, pela mesma Companhia.
Esta nova biblioteca, integrante da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, com um tipologia BM3 é um espaço de cultura e convívio, que se quer partilhado por todos. Além da normal actividade de uma biblioteca – disponibilização de periódicos, sala de leitura e multimédia, pretende-se igualmente reforçar uma actividade que vinha já sendo desenvolvida na antiga Biblioteca Municipal: a promoção de actividades, principalmente junto dos mais novos, que promovam o gosto e o interesse pela leitura e pelos livros.
Na mesma ocasião, e no mesmo local, é inaugurada a exposição colectiva de escultura ao ar livre EsculturaLivre. Esta mostra, que se irá manter até ao dia 31 de Dezembro, é mais uma aposta na promoção da cultura, trazendo-a junto das pessoas, e conta com grandes nomes do panorama artístico nacional e internacional.
No interior da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, será inaugurado o Painel de Azulejos de Manuel Cargaleiro e a exposição “Fernando Piteira Santos – Português, Cidadão do Século XX”.
PROGRAMA: 17h30
Concentração junto da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, Av. Conde Castro Guimarães (Frente à Academia Militar). Recepção aos convidados, com o Grupo de Djambé da Escola Intercultural; Visita à exposição “Escultura Livre – Amadora 2009”.
17h45 O Grupo Toca a Rufar, abre caminho às crianças das escolas da zona e de outros leitores que trazem livros da velha Biblioteca. Entrada das crianças na Biblioteca, seguidas pela comitiva: Piso -1 (espaço Infantil); Piso 0 (Recepção) (Inauguração do Painel de Azulejos de Manuel Cargaleiro e exposição alusiva a Piteira Santos); Pisos 1 e 2 (área especializada de BD e Fundo Piteira Santos).
18h00 Discursos de Inauguração.
18h30/19h00 Concerto pela Orquestra Geração, no Grande Auditório da Academia Militar; Beberete
SOBRE A BIBLIOTECA:
Tipo: BM3
Fundo documental que conta com 85.000 documentos, sendo cerca de 5500 documentos multimédia (CD's, videocassetes, DVD's e CD-ROM's).
345 lugares sentados para leitura, consulta e utilização das novas tecnologias.
Sectores por piso: - Sector Infantil e Juvenil; sala do conto; espaço para ateliers (Piso -1) - Sector de Recepção e Atendimento; Empréstimo domiciliário; Leitura de Periódicos; Cafetaria; Espaço Internet; WC equipado com fraldário; Auditório (Piso 0) -Sector de Adultos (Piso 1) - Sector de Fundos Especiais (Piso 2)
Valências:
Auditório: Com 81 lugares e equipado com sistema de som, de vídeo e de audioconferência.
Espaço expositivo: Possui áreas para exposições.
Recepção e atendimento: 4 Balcões de atendimento nos 4 pisos, com serviço de referência, de informações e de apoio e acompanhamento dos leitores.
Fundos: - Fundo adulto e infantil - Fundo multimédia - Fundo Local: Que reúne um conjunto de documentos essenciais para o estudo da nossa região, quer a nível global quer particularizando cada freguesia. - Fundos documentais especiais: Fundo de Banda Desenhada e Fundo Piteira Santos
Serviços: Catálogo informatizado: catálogo informatizado disponível on-line para pesquisa de documentos pretendidos.
Serviço Empréstimo Domiciliário: Um dos principais serviços prestados pelas Bibliotecas que reside no empréstimo de livros, CD's, videocassetes, DVD's e CD-ROM's, para o qual o utilizador apenas necessita de obter (gratuitamente) um cartão de utilizador.
Serviços de Promoção da Leitura: Um conjunto de actividades que visam o incentivo à leitura para crianças, jovens e adultos.
Serviço de informação à Comunidade: Que presta informações que vão desde o acesso ao ensino superior à toxicodependência, horários de transportes, horários e moradas de Serviços Públicos no Concelho, etc.
Serviço Informático: Com 25 computadores multimédia para uso de CD-ROM's, aplicações do MSOffice, scanner, impressora a cores e acesso à Internet.
2 Computadores para pessoas com necessidades especiais
Serviço de Audiovisual: Com equipamentos para visualização e audição de DVD’s; CDI’s; CD’s áudio.
Serviço de Fotocópias (pagas) em sistema de Self-Service.
Serviço de Cafetaria (a disponibilizar futuramente)
Biblioteca Adriano Moreira será inaugurada a 17 de Junho em Bragança
sexta-feira, junho 12, 2009
A Biblioteca Adriano Moreiraserá inaugurada a 17 de Junho, às 10h30, em Bragança, com a presença de Cavaco Silva, Presidente da República.
Nesta nova biblioteca transmontana estará disponível o espólio (destaque para as obras de Ciência Política) de Adriano Moreira (n. 1922), professor universitário, ex-ministro e antigo líder do CDS. O político, académico e jurista nasceu em Grijó, uma aldeia do concelho de Macedo de Cavaleiros, mas foi Bragança a escolhida para guardar o seu acervo bibliotecário, condecorações, diplomas e atribuições honoríficas.
O material doado tem estado guardado até ao momento no antigo Colégio dos Jesuítas. de Bragança. A Biblioteca Adriano Moreira integrará um conjunto de equipamentos culturais localizados no centro histórico da cidade, nomeadamente três bibliotecas públicas, cinco museus e conservatório de Música e Teatro municipais.
Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, da Amadora, é inaugurada dia 19 de Junho
sexta-feira, junho 05, 2009
Inaugura no próximo dia 19 de Junho a Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos. As novas instalações da biblioteca da Amadora possuem um sector destinado ao público infantil e juvenil (que inclui sala do conto e espaço para a realização de ateliês de expressão) e outro sector para o público adulto. Dispõem ainda de um Espaço Internet, um auditório e espaços de exposições.
A colecção da biblioteca reúne cerca de 85 000 documentos, entre livros, jornais, revistas, CD e DVD, para consulta presencial e empréstimo domiciliário.
A biblioteca recebe o nome de Fernando Piteira Santos, em homenagem ao historiador, jornalista, tradutor e activista político, natural da Amadora, que legou a sua biblioteca pessoal ao Município. Este legado constitui um fundo especial composto por mais de 15 000 obras, nas áreas da literatura, política, história, religião e filosofia.
Tratando-se de um concelho com uma forte ligação ao universo da banda desenhada – organiza anualmente o Festival de BD da Amadora – a biblioteca inclui ainda um fundo especial de banda desenhada, com mais de 10 000 livros e obras de referência.
Biblioteca Municipal José Saramago, no Feijó, Almada, é inaugurada dia 23 de Maio.
quinta-feira, maio 21, 2009
No dia 23 de Maio, pelas 17h30, é inaugurada a Biblioteca Municipal José Saramago, no Feijó, Almada. Um equipamento marcado por um painel de 14 mil azulejos do Mestre Querubim Lapa.
Muitas valências
No piso 0 encontra-se a área de atendimento ao público, uma sala polivalente, uma loja, uma zona para o empréstimo domiciliário e ainda uma área para consulta de periódicos (jornais e revistas). Neste piso, tirando partido da proximidade um plano de água, existe também uma cafetaria/bar.
Subindo ao Piso 1, encontram-se as áreas destinadas aos mais novos, repartidas pelo sector infantil e sector juvenil, além de salas para ateliers e para a “hora do conto”. Uma zona privilegiada da biblioteca, tendo em conta a existência de várias escolas num raio de 1 km, com cerca de 10 mil alunos.
O Piso 2 é constituído pela sala de leitura geral, áreas de consulta local e ainda por uma área de consulta multimédia.
Um marco na arquitectura do concelho.
O edifício da nova biblioteca, no Centro Cívico do Feijó - Rua da Alembrança, representa um marco na arquitectura do concelho, estando integrado no conjunto mais vasto que compõe o Centro Cívico do Feijó. A autoria é do arquitecto João Lucas, técnico da Câmara Municipal de Almada.
Junto à biblioteca foi construída uma Casa de Chá, as novas instalações da Junta de Freguesia do Feijó, já em funcionamento, e uma ampla praça pedonal. Ainda nesta área a Câmara Municipal de Almada disponibilizou um terreno para a construção do centro de saúde do Feijó.
Arte em 14 mil azulejos A autarquia encomendou a Querubim Lapa um painel de azulejos que reveste toda a base deste equipamento. Um desafio que este mestre da pintura aceitou ao produzir, à mão, 14 mil azulejos, ocupando uma superfície de quase 600 m2. Para Querubim Lapa, a sua obra pretende transmitir a ideia da Casa do Livro, páginas abertas à espera de serem lidas, que nos guiam até ao interior da Biblioteca.
A razão do nome Com a atribuição do nome do Prémio Nobel da Literatura a esta Biblioteca, a Câmara Municipal de Almada pretende, desta forma, homenagear o papel que José Saramago tem desempenhado na promoção da literatura portuguesa. O anúncio do nome foi feito pela presidente da Câmara Municipal de Almada, a 2 de Junho de 2008, aquando da visita ao concelho de José Saramago em que assistiu à representação da peça “Que farei com este livro”, escrita expressamente por Saramago para a Companhia de Teatro de Almada, e que estreou em 1980.
Investimento municipal A construção desta biblioteca insere-se na estratégia da Câmara Municipal em dotar o concelho de várias centralidades, estabelecendo novos pontos de encontro e de reunião dos cidadãos. É o que se pretende com o Centro Cívico do Feijó. O investimento da autarquia na Biblioteca ascende aos 2,1 milhões de euros.
Faleceu o Bibliotecário e Escritor Joaquim Mestre. Dirigiu durante 18 anos a Biblioteca Municipal de Beja,
quarta-feira, maio 06, 2009
Joaquim Figueira Mestre, escritor e director da Biblioteca Municipal de Beja, faleceu no Domingo à noite (3 de Maio), em Lisboa, vítima de doença prolongada. O funeral realizou-se terça-feira, pelas 08.00 horas.
Tinha 54 anos e era director da Biblioteca Municipal de Beja. Joaquim Figueira Mestre ajudou a transformar a Biblioteca da cidade numa Biblioteca de referência a nível nacional. Para além da actividade profissional que desempenhava, Figueira Mestre também deixou obra escrita e foi recentemente distinguido com o Prémio Manuel da Fonseca 2008.
Francisco Santos, presidente da Câmara Municipal de Beja, muito emocionado referiu que «todos ficam a perder com a morte de Figueira Mestre».
Carlos Pinto Coelho, jornalista e amigo de longa data de Joaquim Figueira Mestre, consternado disse que «se foi embora um dos maiores amigos que Beja poderia ter» e recordou que «foi pela mão do director da Biblioteca que a cidade foi transformada numa catedral da leitura. Foi este homem que conseguiu trazer a Beja os maiores vultos da literatura portuguesa»
Joaquim Mestre, nasceu em Trindade, concelho de Beja. Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e pós-graduado em Ciências Documentais pela mesma universidade.
Iniciou o seu trabalho na Biblioteca Municipal de Beja, antes deste espaço abrir ao público, ou seja desde 1991/92 e exerceu como director a sua actividade profissional no mesmo até ao seu falecimento (inclusive era Chefe da Divisão de Bibliotecas e Museus na Câmara Municipal de Beja). Foi um dos pioneiros da Rede Nacional de Rede Nacional de Bibliotecas Públicas. Recorde-se a história, após a inauguração da Biblioteca de Beja, em 1993, que não manifestando os moradores da cidade grande interesse em frequentar a nova biblioteca, Mestre empurrou um burro escada acima, franqueando-lhe a porta, e declarando que, se até um asno entrava naquele antro de cultura, não seria um bejense que o não faria.
Joaquim Figueira Mestre foi igualmente escritor de relevo. Autor de vários livros entre eles contos O Livro do Esquecimento (2000), dos romances A Cega da Casa do Boiro (2001), O Perfumista (2006), e Imperfeições do amor (2007). Director das revistas Rodapé e Pé de Página. Viveu no Alentejo, ermo a que alguns chamam a sua casa e onde as pessoas andam com o sol nas mãos e a lonjura no olhar. Viveu num monte onde tem uma vinha e sonhava um dia fazer um grande vinho. Recordamos que foi distinguido recentemente com o prémio Manuel da Fonseca 2008, com a obra: “Breviário das Almas”, um conto que colheu a unanimidade do júri.
"Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor" dia 23 de Abril
quinta-feira, abril 23, 2009
O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor" é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Praticamente todas as bibliotecas municipais e escolares em Portugal dinamizam actividades que visam celebrar este dia.
No dia Mundial do Livro, as Bibliotecas Municipais da Corunha levam livros juntos dos potenciais leitores
As Bibliotecas Municipais da Corunha no dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro levarão milhares de livros a dois dos lugares mais frequentados pelos cidadãos: as estações de autocarro e de comboio/metro. Espaços de passagem mas também de encontro, bons lugares onde folhear um livro no tempo de espera ou de escolhê-los con o fim de os ler durante o trajecto. Para celebrar um dia tão especial, as bibliotecas levarão livros às estações e colocarão à disposição dos viajantes, quer mais miúdos, quer mais graúdos, que os poderão evar e lê-los durante a viagem de autocarro ou no comboio. Haverá adstrito um posto com informações e folhetos das bibliotecas, marcadores de livros e posters. Fonte: Ayuntamiento "A Coruña" (trad.)
A casa, uma construção do século XVIII reconstruída depois do terramoto de 1841, sofreu agora obras de reabilitação que lhe permitem continuar a perpetuar a memória do escritor, natural da ilha Terceira e "pai" do termo “açorianidade”.
O imóvel foi inaugurado numa cerimónia presidida por Carlos César, presidente do Governo Regional dos Açores, e possui dois pisos, varanda de ferro forjado, com traça tradicional da arquitectura do "Ramo Grande", denominação popular da zona da Praia da Vitória na ilha Terceira.
Na "Casa das Tias", adquirida há cerca de duas décadas pela autarquia local, vai passar a funcionar para além da Biblioteca Pública Silvestre Ribeiro, no piso inferior, a sede da Assembleia Municipal na parte superior.
A casa, além do seu valor arquitectónico como exemplar do Ramo Grande, é um ícone na obra de Nemésio, uma casa de que fala em muitos dos seus romances.. É um edifício com excelentes condições, que vai acolher também exposições e, no jardim interior, várias actividades, sobretudo da biblioteca, dirigidas a crianças, como a Hora do Conto, na altura de Verão.
A casa era propriedade de duas tias de Nemésio, que lhe pagaram os estudos universitários por os pais, de origem humilde, não terem possibilidades financeiras. Vitorino Nemésio, autor de "Mau Tempo no Canal", passou grande parte da sua infância e juventude nesta casa, localizada junto à Igreja da Misericórdia, ali regressando sempre na altura das férias.
Em 1994 foi ali inaugurado um busto do escritor, da autoria do escultor Álvaro Raposo França e, em 2007, abriu, na casa onde nasceu Nemésio, um Centro de Estudos e Museológico, sobre a sua vida e obra.
A "Casa das Tias" acolhe na sua inauguração uma exposição de pintura, escultura e outras artes plásticas do artista Ramiro Botelho, natural da Praia da Vitória.
O bibliotecário Nuno Marçal granjeou Prémio ACLEBIM das Bibliotecas Moveis
AAsociación de Profesionales de Bibliotecas Móviles (ACLEBIM), de Espanha, atribuiu os II Prémios ACLEBIM das Bibliotecas Itinerantes. Na categoria Pessoas, o prémio a Nuno Marçal, bibliotecário responsável pela biblioteca itinerante de Proença-a-Nova, pelo seu compromisso profissional e social com os cidadãos mais desfavorecidos. Como é expresso pela ACLEBIM : «Nuno Marçal es un ejemplo de superación constante, de aprovechamiento de recursos cercanos y de optimización de las tecnologías de la información y comunicación para vencer obstáculos seculares en el acceso a la lectura, si bien siempre fundamentando todo ello en el calor del trato humano.»
Na categoría das Instituições, os premiados foram: Comunidade de Madrid (pelo Serviço de Extensión Bibliotecaria); a Generalidade da Catalunha e Deputação de Barcelona (em especial o Biblioacceso, espaço rural de serviço bibliotecário concebido como extensão do Bibliobús); e a Junta de Castilha e Leão - Diputación de Zamora (pelo Bibliobús Escolar de Zamora)
O prémio tem por objectivo reconhecer o trabalho de instituições e pessoas em prole do desenvolvimento de serviços bibliotecários móveis. A entrega dos prémios terá lugar día 24 de Outubro de 2009, em Leão, durante o IV Congresso Nacional de Bibliotecas Móveis.
Biblioteca Municipal do Seixal oferece livros até dia 2 de Maio.
Até dia 2 de Maio a Biblioteca Municipal do Seixal está a oferecer livros de forma a assinalar o 25 de Abril, que marca o fim da limitação de acesso aos livros, vivida durante a repressão fascista ao longo de 48 anos.
Por ser objectivo das Bibliotecas contribuir para a qualificação das pessoas, providenciando-lhe a acessibilidade aos recursos informativos e culturais, a Biblioteca Municipal do Seixal partilha e oferece livros, incluindo alguns dos que foram em tempos proibidos de ler.
Os livros podem ser levantados de terça a sexta-feira, das 10 às 20.30 horas e nos sábados das 14.30 às 20.30 horas.